SRB alerta sobre riscos sanitários com a suspensão da caça de javalis
É de conhecimento de todos que os javalis e os javaporcos são reservatórios de várias doenças, como a Peste Suína Clássica, a doença de Aujeszky e a Febre Aftosa.
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É de conhecimento de todos que os javalis e os javaporcos são reservatórios de várias doenças, como a Peste Suína Clássica, a doença de Aujeszky e a Febre Aftosa.
As exportações brasileiras de milho têm se intensificado nas últimas semanas.
O USDA reduziu sua previsão de produção de carne suína para o terceiro trimestre devido aos esperados menores pesos médios.
Além da menor procura pela carne, o movimento de baixa também vé influenciado pela perda de competitividade da proteína suína em relação à bovina.
A quantidade total de antibióticos administrados em medicina veterinária diminuiu 61 toneladas em relação ao ano anterior.
Assinatura gov.br é disponibilizada para produtores gaúchos por meio de projeto desenvolvido no Colégio Politécnico.
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Os preços da soja subiram no Brasil ao longo da semana passada.
De janeiro a julho foram destinados ao abate, 10,5 milhões de suínos – alta de 4,7% em relação ao mesmo período de 2022.
Esse cenário se deve à retração de parte dos vendedores, que estão atentos à recente intensificação das exportações brasileiras de milho e à valorização do dólar.
A carne suína acreana conquistou mais um importante mercado internacional.
A rodovia é um importante corredor logístico utilizado para o transporte da produção do agronegócio de Mato Grosso.
Neste ano, a produção de suínos vem apresentando taxas mensais de crescimento positivas, que acompanham o aumento do peso dos animais.
Dia dos Pais também contribuiu para impulsionar as vendas e, consequentemente, os preços da proteína.
A maior influência do ICPSuíno foi a redução no item nutrição, com alta de 1,27% de variação e um peso de 73,24% na composição do custo total.
Novas estimativas oficiais indicando produção recorde no país e a melhora do clima nos Estados Unidos.
A indústria de processamento continua marcando o aumento das importações de carne suína, apesar do aumento dos preços internacionais. Por outro lado, os volumes de exportação continuam sendo afetados pela ausência de embarques para a China.
A projeção da produção mundial de milho foi reduzida em 11 milhões de toneladas em relação ao relatório de julho. Para a soja, as estimativas de colheita foram reduzidas em cerca de 2,5 milhões, uma vez que a produção dos EUA é menor.
O agronegócio representou metade das exportações totais do Brasil nos sete primeiros meses do ano (50%).
A sustentação veio do incremento sazonal na procura pela carne suína observada no início de julho.
O Governo do Paraná tem intensificado em 2023 as estratégias para atrair novos empreendimentos ao Estado e, também, fazer com que produtos paranaenses conquistem o mundo.
As vendas domésticas de boa parte dos produtos de origem suinícola, bem como de suínos vivos, reagiram neste começo de agosto.
m relação ao 1º trimestre deste ano, o abate de suínos teve queda de 1,1%.
Neste ano, as exportações de farelo de soja do Brasil superam o volume embarcado da Argentina.
Os preços do milho seguem em queda no mercado brasileiro.
O objetivo é ampliar a comercialização de produtos cárneos de aves e suínos para a China.
A publicação destaca o progresso da safra recorde do milho 2ª safra no Centro-Oeste e as condições favoráveis para o avanço da semeadura e o desenvolvimento do trigo principalmente nas regiões Sul e Sudoeste.
Maio registrou o maior nível de abate até agora neste ano, compensando um pouco os resultados negativos de abril passado.
O valor médio mensal do suíno vivo registrou forte alta em julho em relação ao de junho.
Os mercados globais de carne suína estão sendo influenciados pelo crescimento econômico lento, consumo fraco, surtos de doenças recorrentes e problemas de produtividade.
Apesar da reação nos valores pagos pelo suíno vivo e pela carne, na segunda quinzena de junho, as médias mensais dos preços do animal e da proteína ficaram abaixo das registradas em maio.
A queda do consumo aparente pode ser explicada, em parte, pela queda de mais de 57% no volume das importações e pela recuperação das exportações.
A última semana foi marcada por uma disputa acirrada entre compradores domésticos e internacionais pela soja brasileira, o que resultou em alta dos preços internos.
A produção acumulada de carne suína no primeiro semestre aumentou 2,1% em relação ao mesmo período de 2022, passando de 834.523 para 852.057 toneladas (t), respectivamente.
Os recuos mais expressivos foram observados no Centro-Oeste, onde a colheita está mais adiantada.
Apesar do cenário restritivo no mercado interno, na conjuntura global a perspectiva para a carne suína brasileira é boa, em virtude das garantias de biosseguridade do sistema produtivo brasileiro, que conquista espaço ante concorrentes globais.
O intuito é estimular os setores econômicos a comprarem seus insumos dentro do próprio Estado, o que incentiva a economia interna.
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Os preços do suíno vivo estão em quedas no mercado doméstico.
Se as expectativas forem confirmadas, representam um aumento de 37% no volume e redução de 1% na área plantada comparativamente ao ciclo 2021/2022.
Análise da evolução da Peste Suína Africana (PSA) de acordo com os últimos dados de ADIS nos países da UE até julho de 2023.
Os preços do farelo de soja também subiram nos últimos dias.
Ao longo da primeira metade do ano, a produção de suínos apresentou um crescimento sustentado.
A carne suína passa para o segundo lugar no crescimento do consumo com uma taxa anual de 2,2% nos próximos anos.
Após o primeiro aparecimento da PSA em território croata em 27 de junho, já são 59 focos confirmados.
O baixo número de suínos abatidos no mercado da UE continua sustentando os altos preços dos animais, enquanto a demanda da UE permanece alta.
A evolução da suinocultura é o resultado de maior qualificação dos produtores e benefícios que ajudam na implantação de novas tecnologias.
Os principais grãos cultivados no estado tiveram redução no preço pago ao produtor em junho.
A produção de carne suína e o abate de suínos aumentaram no primeiro semestre de 2023.
Com relação à competitividade, a proteína suinícola perdeu competividade frente às concorrentes.
O estado do Paraná correspondeu a 14% de toda carne suína exportada.
Em seu último relatório "Livestock and Poultry: World Markets and Trade" de 12 de julho, o USDA recalculou suas estimativas para a produção de suínos de 2023, mantendo sua cifra de produção e estimando uma perspectiva melhor para o comércio internacional levando em consideração o possível maior dinamismo dos embarques dos Estados Unidos e Brasil.
O Conselho de Ministros aprovou um decreto real que regula a prescrição, distribuição e descarte de medicamentos veterinários e cujo objetivo é promover a sua utilização prudente e responsável.
A maior influência foi a redução no item nutrição, com -3% de variação e um peso de 73,52% na composição do custo total.
De acordo com a estimativa, esse resultado é decorrente, principalmente, do melhor desempenho das lavouras de milho segunda safra observado em campo neste último mês.
Os preços chineses estão caindo e se aproximando dos preços europeus.
Na primeira semana de agosto, uma equipe do Ministério da Agricultura e Pecuária e da ABCS estará em Alagoas para uma avaliação dos resultados obtidos nesta etapa da campanha junto à Adeal e à Seagri.
As importações chinesas de carne suína e miúdos aumentaram durante os primeiros quatro meses deste ano.
Sem a participação da Rússia, a Iniciativa do Mar Negro deixa de funcionar a partir de 18 de julho.
Os resultados positivos deste primeiro semestre devem-se ao crescimento dos embarques para quase todos os compradores.
Prevê-se que a produção agrícola e alimentar global continue aumentando nos próximos dez anos, mas a um ritmo de crescimento mais lento do que na década anterior devido às tendências demográficas, de acordo com a OCDE-FAO Agricultural Outlook 2023-2032.
Uma nova pesquisa examina a questão de como é possível manter suínos sem corte de cauda.