Pneumonias virais em suínos
Este artigo analisa as várias lesões causadas pelo PRRS, PCV2, vírus da influenza suína e coronavírus respiratório suíno.
Este artigo analisa as várias lesões causadas pelo PRRS, PCV2, vírus da influenza suína e coronavírus respiratório suíno.
Quais tipos de células compõem o sistema de defesa respiratória em suínos? Como essas células organizam-se e comunicam-se?
Este artigo descreve e ilustra as principais lesões que caracterizam as pneumonias bacterianas em suínos. Embora a maioria seja causada por agentes oportunistas, destacam-se dois patógenos bacterianos primários capazes de causar lesões isoladamente.
M. hyopneumoniae está envolvida na maioria das coinfecções do complexo respiratório suíno. Como esse agente atua e quais os efeitos ele exerce?
Qual o real efeito da pneumonia no desempenho econômico da granja? Quão semelhante é a pneumonia ao estresse por calor?
Estamos iniciando uma nova seção, coordenada pela equipe de anatomia patológica da Universidade de Córdoba, que nos mostrará, de forma muito visual e prática, como realizar uma necropsia em um suíno.
Enquanto nas duas primeiras entregas abordamos a necropsia em decúbito lateral, nesta terceira parcela explicaremos como realizar em decúbito dorsal.
Nesta segunda parte vemos a extração do conjunto língua-traquéia-pulmões-coração. Extrairemos os órgãos da cavidade abdominal, tanto o sistema digestivo quanto os sistemas urinário e genital. Na cabeça acessaremos as conchas nasais e o cérebro e cerebelo.
Na quarta parte do manual abordamos o exame dos órgãos da cavidade torácica.
Na quinta parte do manual, abordamos o exame dos órgãos da cavidade abdominal.
Após a interpretação das lesões, devemos proceder à coleta de amostras.