Menu

Chào mừng tới 333

Kết nối, chia sẻ và tương tác với cộng đồng chuyên gia lớn nhất trong ngành chăn nuôi heo.

Chúc mừng 203.876 Người dùng trên 333

Đăng ký Đã là thành viên?
Agroceres PIC
Agroceres PIC Công ty 23/09/2025 12:48

Como aumentar a eficiência de crescimento dos suínos

Por Rosiel Cavalcante – Serviços Técnicos e Validação de Produtos da Agroceres PIC

O avanço genético tem elevado a eficiência de crescimento dos suínos a um novo patamar. Animais de alto valor genético crescem mais rápido, convertem melhor e entregam mais resultado por animal, ampliando a produtividade e a sustentabilidade dos sistemas de produção. Produzir mais carne com menos insumo significa também maior retorno econômico por quilo produzido. Para realizar todo esse potencial genético, é necessário não apenas manter taxas de reposição adequadas, mas também fortalecer a gestão nas fases de crescimento e terminação, com um manejo preciso e eficiente. Confira, a seguir, sete recomendações técnicas para maximizar o potencial de crescimento dos suínos.

Assegure condições adequadas de alojamento e densidade

O manejo na fase de recria e terminação exige atenção criteriosa, mesmo sendo considerado mais simples. O primeiro passo é realizar uma boa classificação dos suínos por peso, tamanho e sexo, o que facilita o manejo alimentar, reduz o estresse por brigas e melhora a identificação de animais doentes ou com baixo desempenho. Após a classificação, é fundamental respeitar a densidade adequada por baia. Para suínos com até 110 kg de peso vivo, recomenda-se um espaço mínimo de 0,9 m² por animal. Acima desse peso, deve-se aplicar a fórmula alométrica (A = K x PV^0,67, sendo K = 0,036), que considera o peso metabólico do animal para definir a área ideal por cabeça. O alojamento em baias superlotadas compromete o acesso adequado à ração e à água, limita o crescimento e impacta negativamente os resultados zootécnicos.

 

Ajuste a dieta à fase final de crescimento

Na fase final de produção, a nutrição precisa ser ajustada para preservar o ganho de peso e evitar desperdícios. Isso exige ajustes precisos na composição da dieta, com atenção especial à relação entre lisina digestível e energia metabolizável, além do equilíbrio de proteína e aminoácidos conforme o avanço do peso dos animais. Evite dietas com alta densidade energética quando a taxa de crescimento começa a cair, situação que normalmente ocorre logo após o período da puberdade. O uso de dietas faseadas, com ajustes progressivos, melhora o aproveitamento da ração. Estratégias de restrição alimentar controlada também podem ser consideradas para otimizar desempenho e custos.

 

Intensifique os cuidados para evitar o desperdício de ração

Ajuste e controle rigorosamente o manejo alimentar para reduzir o desperdício de ração, sem comprometer o consumo adequado dos suínos. Esse esforço começa pela manutenção e regulagem dos comedouros. Se o ajuste for muito apertado, o crescimento e o ganho de peso diário (GPD) ficam comprometidos. Se for muito aberto, há desperdício de ração e a conversão alimentar (CA) é prejudicada. O ideal é ajustar conforme a fase de crescimento e engorda do suíno. Também é fundamental garantir espaço adequado para o acesso ao alimento. Na fase de terminação, recomenda-se de 2,9 a 3,1 cm por animal para alimentação úmida e 5 cm para alimentação seca. Essas medidas asseguram acesso uniforme ao alimento e contribuem para a melhoria da eficiência alimentar e redução na incidência de mordeduras de cauda.

 

Garanta oferta e qualidade da água

Água de boa qualidade, em quantidade e temperatura adequadas, é essencial para o desempenho dos suínos. Ingerir mais água estimula maior consumo de ração. Monitore o pH e o teor de cloro da água, que variam conforme a fonte e o sistema de abastecimento. Mantenha 2 ppm de cloro livre nas chupetas, usando dosadores com cloro líquido. Evite água turva, que reduz a ação sanitizante. Corrija pH alcalino, que favorece hipoclorito (menos eficaz) e reduz ácido hipocloroso (mais eficiente). Administre medicamentos com cautela: moléculas não ionizadas são mais absorvidas, mas podem precipitar; aqueça levemente a água, sem ferver. Garanta pontos de água adequados e posicione bem os bebedouros. Mantenha vazão de 1 l/min e temperatura entre 16°C e 18°C. Acima de 29°C, cai o consumo. Ajuste as chupetas a 90° na linha do dorso; para chupetas a 60°, instale 5 cm acima. Use 1 bebedouro para cada 10 suínos.

 

Redobre a atenção com a ambiência e o conforto térmico dos animais

A boa ambiência é decisiva para o pleno desempenho dos suínos em terminação. Temperatura e umidade adequadas favorecem o consumo de ração, reduzem o gasto energético e ajudam a prevenir doenças. Umidades abaixo de 40% ou acima de 80% comprometem a ação do sistema mucociliar dos suínos, aumentando o risco de distúrbios respiratórios. Em regiões quentes, use sistemas auxiliares de resfriamento. No gotejamento, mantenha a umidade do ar abaixo de 65% e assegure corrente de ar. Gotas grossas são mais eficazes por facilitarem a perda de calor por convecção. Na lâmina d’água, preserve 75% da baia seca. Regule bem as cortinas para garantir renovação do ar, evitando acúmulo de gases ou ventos excessivos. Em piso ripado, não remova totalmente a fração líquida dos dejetos: ela ajuda a reduzir a volatilização de amônia.

 

Mantenha um bom programa de treinamento da equipe

Pode parecer óbvio, mas a capacitação dos colaboradores é um fator decisivo (e inegociável) para a obtenção de bons resultados na terminação. Embora essa etapa seja considerada mais simples, ela exige critério, pois concentra 80% dos animais do plantel e os maiores custos com ração. Manter um programa contínuo de treinamento é primordial para garantir a execução correta dos procedimentos de rotina. Equipes bem-preparadas são mais seguras, ágeis e comprometidas, o que se reflete diretamente nos indicadores zootécnicos e na produtividade da granja. Mais do que treinar, é preciso cultivar uma cultura de valorização e engajamento. Lembre-se: investir nas pessoas é investir em resultado.

 

Valorize o potencial genético e eleve o peso de abate

O avanço da eficiência de crescimento dos suínos tem viabilizado economicamente o abate de animais mais jovens, a pesos mais elevados, uma estratégia cada vez mais vantajosa para toda a cadeia. Suínos de alto valor genético são capazes de manter alta deposição de carne magra na carcaça, mesmo em idades mais avançadas, especialmente acima dos 120 kg. Para o suinocultor, isso significa produzir mais carne por matriz ao ano, diluindo os custos fixos com instalações, mão de obra e nutrição. Para a indústria, representa melhor aproveitamento da carcaça e redução de despesas operacionais por quilo de carne processada.

 

 

 

 

 

 

 

 

Chào mừng tới 333

Kết nối, chia sẻ và tương tác với cộng đồng chuyên gia lớn nhất trong ngành chăn nuôi heo.

Chúc mừng 203.876 Người dùng trên 333

Đăng ký Đã là thành viên?