Menu

Chào mừng tới 333

Kết nối, chia sẻ và tương tác với cộng đồng chuyên gia lớn nhất trong ngành chăn nuôi heo.

Chúc mừng 203.875 Người dùng trên 333

Đăng ký Đã là thành viên?
Kemin Công nghiệp chế biến thịt - Brazil 53 Người theo dõi 51 Theo dõi 7 Bài đăng
Kemin
Kemin Công ty - Brazil 06/07/2022 14:54

ALETA: Solução Kemin para mais colostro com mais imunoglobulinas para o leitão

Autora: DSc. Mara Costa, Gerente de Serviços Técnicos – Suínos - Kemin Nutrição e Saúde Animal - América do Sul

1. O que são os Beta-glucanos?
Beta-glucanos são polissacarídeos não amiláceos que compõe a estrutura das paredes celulares de bactérias, leveduras, algas e cereais. Eles são compostos de moléculas de glicose que variam em comprimento e nível de ramificação. Sua classificação é considerando por quais átomos de carbono a ligação glicosídica ocorre.

2. Todos os Beta-glucanos são iguais?
Não, a sua estrutura depende da fonte. Os Beta-glucanos de leveduras apresentam cadeia lineares com ligações 1,3 e 1,6. Grãos como trigo, aveia e cevada contêm uma forma de Beta-glucano com ligações 1,3 e 1,4 alternadas e os Beta-glucanos de algas, cadeias lineares com ligações 1,3. A diferença na estrutura, tamanho e grau de ramificação diferencia a solubilidade, ação e benefício na nutrição animal.

3. Qual a relação entre os Beta-glucanos e a resposta imune?
Estudos comprovam que os Beta-glucanos têm capacidade de estimular o sistema imune, através da ativação de macrófagos, neutrófilos, aumentando a capacidade de fagocitose de patógenos, sendo utilizados na nutrição animal com o objetivo de resistência às doenças.

4. Todos os Beta-glucanos têm a mesma ação sobre o sistema imune?
Não, a capacidade de ativação imune varia entre os Beta-glucanos devido a concentração, estrutura e grau de ramificação, células ativadas pelos receptores presentes nas células e efeito inflamatório decorrente da ativação. Os Beta-glucanos de cadeia linear e menores são mais facilmente fagocitados pelos macrófagos e células dendríticas. Os macrófagos e as células dendríticas, também, apresentam receptores que se ligam especificamente na posição 1,3 do Beta-glucanos, ou seja, os Beta-glucanos 1,3 têm mais ação por apenas possuir essa cadeia, que os Beta-glucanos 1,3 e 1,6. Beta-glucanos 1,3 apresenta efeito inflamatório menor durante a ativação imune (desejado).


5. O que é o ALETATM?
O ALETATM é o Beta-glucanos da KEMIN. Como sua origem é a Euglena gracilis, mais de 50% de sua composição é de Beta-glucanos 1,3. A forma de obtenção é através de secagem, com isso, o produto tem alta concentração, maior biodisponibilidade e livre de contaminantes que pode ocorrer durante o processamento de extração.


6. Qual o diferencial do ALETATM pela fonte ser Euglena gracilis?
Euglena gracilis é uma microalga pertencente à família Euglenaceae, que tem capacidade de sintetizar grandes quantidades do Beta glucano 1,3, pois é o seu produto de armazenamento de energia. O ALETATM é obtido de uma cepa específica de E. gracilis identificada por ATCC (American Type Culture Collection PTA-123017). Essa cepa é produzida no escuro, com isso, por necessidade, a alga tem maior armazenamento de energia na forma de beta-glucano, resultando mais de 50% do peso celular como beta-glucanos. Esta cepa não foi geneticamente modificada.


7. Qual o modo de ação do ALETATM?
Como o ALETATM é composto de Beta-glucanos suficientemente pequenos, estes são facilmente fagocitados pelos macrófagos e células dendríticas. O produto da fagocitose são fragmentos e grânulos de Beta-glucanos, que ao serem liberados potencializam as citocinas e quimiocinas, que são os sinalizadores para a ativação do sistema imune. Ao receber ALETATM, o sistema imune está preparado para maior e melhor fagocitose de antígenos, com modulação da produção de citocinas e quimiocinas, ativação de células “natural killers”, células T e células B.


8. Por que é interessante o uso do ALETATM?
A ativação do sistema imune tem alto gasto energético, porém é necessária no sistema de produção atual diante dos desafios diários. A ativação proporcionada pelos Beta-glucanos que compõe o ALETATM são os que menos requer gasto energético. Com o ALETATM permitimos que o animal esteja com o sistema imune preparado para os desafios, e sem perder performance, contrário ao não uso do ALETATM.


9. Quando é indicado usar o ALETATM na produção de suínos?
O ALETATM é indicado como aliado do suíno nas situações de estresse ou nos desafios em que o sistema imune é muito utilizado, como na preparação de primíparas, matrizes em pré lactação e lactação, leitões lactentes e no pós desmame, períodos que antecede a vacinação e nos alojamentos, principalmente nos de diversas origens


10. Quais os benefícios do uso no ALETATM nas matrizes para os leitões?
O ALETATM pode auxiliar o sistema de defesa do leitão antes mesmo do seu nascimento. Ao fornecer ALETATM para as matrizes na fase final de gestação e durante a lactação tem-se maior produção de colostro. Ao ter maior ingestão de colostro, tem-se maior ingestão de nutrientes, essencial para o desempenho de leitões no início da fase de maternidade, e promoção da sua imunidade ao aumentar seus anticorpos (IgG, IgG e IgM) pelo aumento deste no colostro da matriz. E esse incremento se mantém até o período de creche, que será onde o sistema imune será necessário estar ativo, ou ao ativar, terá gasto energético com comprometimento da performance. Estudos verificaram que o incremento de imunidade via matriz é mais efetivo, aumentando as células de defesa de memória nos leitões na fase seguinte.

11. Quais os benefícios do uso no ALETATM em leitões?
No desmame, o maior desafio de estresse para o leitão, o ALETATM é um importante aliado. Ao incluir o ALETATM nas primeiras rações na fase de creche, observa-se maior performance (ganho de peso diário, consumo de ração e conversão alimentar) após o desmame. Em leitões na fase de creche, o ALETATM, promove melhor imunidade, verificado pela maior produção de IgA (proteção imunide da mucosa intestinal) e de α TNF (fator de necrose tumoral produzidos por macrófagos ativados) e saúde intestinal (maior comprimento de vilosidades no duodeno).

1. ALETATM em matrizes: mais colostro e melhor imunidade para os leitões. Kemin internal reference TL-21-19771
2. ALETATM for performance and substitution of growth promoter in piglets in nursery phase. Kemin internal reference TD-19-5289
3. Effect of Aleta™ on immune and intestinal health status of weaned piglets. Kemin internal reference SD-17-00065
4. Sonck, E., et al. 2010. The effect of β-glucans on porcine leukocytes. Veterinary Immunology and Immunopathology; 135: 199-207
5. Sow and piglet trial AletaTM. Kemin internal reference TD-18-00643

Chào mừng tới 333

Kết nối, chia sẻ và tương tác với cộng đồng chuyên gia lớn nhất trong ngành chăn nuôi heo.

Chúc mừng 203.875 Người dùng trên 333

Đăng ký Đã là thành viên?