Menu

Chào mừng tới 333

Kết nối, chia sẻ và tương tác với cộng đồng chuyên gia lớn nhất trong ngành chăn nuôi heo.

Chúc mừng 203.876 Người dùng trên 333

Đăng ký Đã là thành viên?
Ourofino Not set - Brazil 253 Người theo dõi 855 Theo dõi 51 Bài đăng
Ourofino
Ourofino Công ty - Brazil 12/12/2022 10:44

Sistemas de alojamento de fêmeas suínas adaptados para a gestação coletiva (3/4)

Em todo o mundo, o alojamento de fêmeas suínas é um dos principais temas de bem estar animal discutido atualmente na suinocultura. Diversos países já aprovaram leis ou estão em processo de aprovação de novas regras sobre o alojamento das matrizes suínas no período de gestação.

De maneira geral, são vários os sistemas disponíveis para adequação das granjas em operação ao bem-estar animal. A escolha deve ser feita por meio da análise criteriosa das oportunidades presentes no processo. A Tabela 1 a seguir compara os diferentes sistemas, ilustrando as vantagens e oportunidades presentes.

Tabela 1. Comparativo entre sistemas de alimentação de matrizes suínas.

  Gaiolas Gaiolas de livre acesso Arraçoamento no piso Minibox

Estação Eletrônica de Alimentação

Escore Corporal ++++ +++ ++ +++ ++++
Agressões x x xxx xx xx
Custos Construção x xxx x x xxx
Custos Operacionais x xx xx xx xx
Facilidade de Manejo ++++ +++ +++ +++ ++
Uso de Ração de Gestação x xx xxx xx x

+ pobre, ++ aceitável, +++ bom, ++++ muito bom x baixo, xx moderado, xxx alto * Considerando o potencial de obter melhor controle do escore corporal (EC). Fonte: PIC, 2017.

Tempo de permanência em cela individual

Durante o período de formação dos grupos (agrupamento das fêmeas em baias coletivas), são comuns as disputas para estabelecer a hierarquia e situações de estresses podem ser rotineiramente observadas quando não controladas. Escoriações de pele, lesões em orelhas, genitálias, aparelho mamário e traumas no sistema locomotor são exemplo de possíveis injúrias que às fêmeas acometem durante as brigas.

O equilíbrio entre as brigas irá começar a ocorrer 24 horas após a mistura, podendo se estender de 36 a até 48 horas. O indicado é misturar as fêmeas após elas se alimentarem e quando a temperatura estiver amena. A mistura de matrizes em dias e horários quentes proporciona mais interações agonísticas (brigas) e queda no desempenho reprodutivo.

A gestação tem duração média de 114 (± 4) dias e é dividida em: 1) fase de ovo ou zigoto, 2) fase embrionária e 3) fase fetal (LIMA et al.,2006). A fase de ovo ou zigoto vai desde a fecundação até o desenvolvimento das membranas fetais primitivas do zigoto no útero. Essa fase dura aproximadamente 12 dias, período no qual o CL se desenvolve e produz progesterona, responsável pelo desenvolvimento e preparação do endométrio para o desenvolvimento fetal. Na fase 2, de embrião ou organogênese ocorre a implantação dos embriões de maneira equitativa nos cornos uterinos devido à migração dos ovos até a sua nidação, que ocorre por volta de 17 a 24 dias após a fertilização. Nesse período formam-se os tecidos, órgãos e sistemas mais importantes do organismo e é quando o risco de perdas reprodutivas, como reabsorção e abortos, é muito alto (SOUZA, 2009). Consequentemente, recomenda-se transferir as fêmeas antes ou depois desta fase crítica.

O mais seguro é realizar o reagrupamento após o término da formação placentária, por volta dos 35 dias de gestação. Neste momento a implantação dos embriões já está concluída, reduzindo as perdas reprodutivas (RIBAS et al., 2018).

Cuidados Importantes durante o alojamento coletivo

A migração do sistema de gestação individual ao sistema coletivo não significa, por si só, uma melhora nas condições de bem-estar dos animais. Problemas de bem-estar e de manejo são intensificados durante o alojamento coletivo em razão da competição entre os animais favorecendo a incidência de lesões. Neste modelo o estresse relacionado ao reagrupamento e à alimentação constituem um dos principais desafios do sistema (DIAS et al., 2016). Brigas e disputas seguidas de lesões e traumas são rotineiramente observadas no momento da organização hierárquica da baia.

Figura 1. Grupo de fêmeas em sistema de gestação coletivo de minibox. Fonte: acervo pessoal dos autores.

Depois de estabilizada a hierarquia da baia, a inclusão de novas fêmeas não deve ocorrer de maneira singular, mas em grupos de dois a três indivíduos. Esta situação poderá expor a fêmea a agressões intensas e prolongadas por parte do grupo, favorecendo lesões, traumas e até mesmo perda da fêmea. Após a inclusão, o grupo deve ficar em observação nas próximas 48 horas para identificação de conflitos. Caso estes sejam prolongados, intervenções devem ser realizadas para preservar a integridade das fêmeas.

Manejo racional das matrizes

Um bom manejo sempre deve começar por um bom planejamento. Se a atividade é mudar as matrizes da baia de gestação para a baia maternidade, deve-se observar se já possui gaiolas suficientes livres na baia maternidade, se o ambiente já foi lavado, se está tendo alguma atividade que possa estressar as matrizes no novo ambiente, horário que essas fêmeas serão manejadas e se todos os equipamentos estão funcionando (bebedouro e comedouro automático), entre outros.

A qualidade do manejo de condução das matrizes também interfere nos parâmetros reprodutivos da granja. Um manejo silencioso facilita a condução dos animais, uma vez que se diminuem os pontos de distrações. Não se deve utilizar vassouras, paus, choques etc para bater ou tocar nos animais para conduzi-los. O ideal é utilizar uma prancha ou uma bandeirinha para guiá-los.

Para a retirada das fêmeas da gaiola é aconselhado utilizar um tapa olho, que pode ser facilmente construído com o auxílio de um galão cortado na diagonal. Essa ferramenta facilita muito o manejo, uma vez que a matriz irá querer fugir do equipamento andando para trás e a proteção lateral do tapa olho irá impedir que a fêmea se distraia. Nunca se deve retirar as matrizes da gaiola puxando a cauda, orelha, batendo na cabeça ou cutucando os olhos. Todas essas ações possuem grandes chances de machucar os animais, além de causar estresse e desconforto. Devemos lembrar que um bom manejo na fase gestacional das matrizes irá garantir o sucesso da leitegada, longevidade da fêmea e melhoras nos parâmetros reprodutivos das fêmeas.

Autores: Vamiré Sens, Julia Neves e Juliana Ribas.

 

Para conferir os dois primeiros artigos da série, acesse: 

Sistemas de alojamento de fêmeas suínas adaptados para gestação coletiva (1/4)

Sistemas de alojamento de fêmeas suínas adaptados para a gestação coletiva (2/4)

 

Chào mừng tới 333

Kết nối, chia sẻ và tương tác với cộng đồng chuyên gia lớn nhất trong ngành chăn nuôi heo.

Chúc mừng 203.876 Người dùng trên 333

Đăng ký Đã là thành viên?