UE: nova ferramenta IA para combater alertas agroalimentares
Esta nova ferramenta irá reforçar a segurança do consumidor e ajudar as autoridades nacionais a combater os riscos para a segurança alimentar e as atividades fraudulentas.
Esta nova ferramenta irá reforçar a segurança do consumidor e ajudar as autoridades nacionais a combater os riscos para a segurança alimentar e as atividades fraudulentas.
A fileira suinícola francesa planeia investir 7 mil milhões de euros para restabelecer a auto-suficiência e reduzir as importações.
De acordo com o USDA, o Brasil deve ser responsável por fornecer 61% da procura global de soja.
O aumento foi impulsionado principalmente pela subida dos preços mundiais da carne de bovino e de ovino, enquanto as cotações da carne de aves e de porco registaram apenas aumentos marginais.
Embora as importações de carne de porco tenham atingido novamente um record histórico, a produção nacional contribuiu com mais de 100 mil toneladas adicionais, crescendo para níveis que não se viam desde 2019.
Os preços internacionais do trigo e dos cereais secundários subiram de no último mês.
Em 2025, o efectivo suíno cresceu ligeiramente, com a produção a atingir 2,1 milhões de toneladas, impulsionada pelo aumento do peso de abate.
O decreto estabelece um marco inédito para garantir que a ampliação de acordos avance com instrumentos de protecção à produção nacional
A proposta protege as denominações de origem da carne e de determinados produtos cárneos para garantir a transparência para o consumidor e a concorrência leal.
Espera-se que a fileira suinícola cresça, tanto na produção como no abate em 2026. Também se espera um récord nas exportações.
Está prevista uma estabilidade na produção, no consumo e nas importações de carne de porco do Japão para 2026.
Estas novas regras visam melhorar a cooperação entre as autoridades da UE responsáveis pela aplicação das normas sobre práticas comerciais desleais.
De acordo com o Rabobank, o sector da proteína animal do Vietname está a modernizar-se rapidamente, impulsionado pelo aumento dos rendimentos e pela mudança de preferências.
Os operadores nacionais já podem assim solicitar a sua habilitação para começar a exportar carne de porco para o Vietname.
O Regulamento visa reforçar a proteção dos agricultores da UE, permitindo a aplicação rápida de medidas de salvaguarda nos casos em que as importações provenientes de parceiros do Mercosul ameacem causar danos graves aos produtores da UE.
A Argentina e o Uruguai foram os primeiros países a ratificar o Acordo, permitindo à UE prosseguir a sua implementação provisória.
A Roménia, apoiada por quatro Estados-Membros, solicita à Comissão que accione o artigo 219.º do Regulamento CMO em resposta à crise no sector suíno.
A certificação dos ovos, as auditorias sanitárias e o alargamento do número de estados elegíveis marcam novas etapas nas negociações.
Os Estados-Membros apelam a recomendações nacionais baseadas em evidências para orientar a futura PAC no âmbito do QFP 2028-2034.
A declaração visa garantir as futuras exportações de carne de porco alemã e outros produtos derivados da carne de porco para a China, apesar da peste suína africana.
As exportações de carne de porco dos EUA registaram o segundo valor mais elevado e o terceiro maior volume da história em 2025.
A Comissão Europeia propôs a suspensão das tarifas de importação de vários fertilizantes azotados essenciais e dos seus fatores de produção.
A saída de suínos (leitões para engorda e porcos para abate) baixou 21,5% em 2025 em relação a 2024, passando das 513 007 cabeças de 2024 para as 402 989 cabeças de 2025 (-110 018 cabeças).
A entrada de porcos para abate aumentou 0,2% (+2 004 porcos) em 2025 quando comparada com o ano 2024, passando de 900 411 cabeças no ano passado para 904 415 em 2025.